Para mães que oram sozinhas e para toda mulher que sente que sua fé podia ser mais viva
Um encontro de ensino bíblico sobre intercessão — pra mulher que quer cobrir a própria casa em oração e não sabe muito bem por onde começar.
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Talvez o seu casamento não esteja do jeito que você sonhou — e você já nem sabe mais dizer se o problema é o outro, é você, ou é uma guerra que nem é bem dos dois, é maior que isso. Ou talvez seja o oposto: você está sozinha, numa espera que já dura mais do que você imaginava, e nem sabe direito como orar sobre isso.
Você começa as coisas com vontade de verdade — o curso, o projeto, aquele sonho antigo — e no meio do caminho perde o fôlego, vira um padrão de começar e não terminar. Em outros momentos o problema nem é começar, é ter autocontrole emocional: você perde a paciência sem querer, fala o que não devia, age no impulso — e depois vem a culpa, esse looping de arrependimento que também não sabe como parar. Você pede domínio próprio na oração, mas na hora H acaba explodindo.
Você faz tudo certo — vai à igreja, ora, lê a Bíblia — e ainda assim, às vezes, sente que está batendo continência pra um Deus que parece longe. Queria se aproximar de verdade. Só não sabe dizer se a distância é dEle, ou se é sua.
Você segura tudo. Segura o marido nos dias ruins, segura os filhos, segura até quem devia estar te segurando. Ninguém pergunta como você está, porque todo mundo já assume que você está bem — você sempre parece estar, né?
Talvez você até tenha uma célula, um grupo de oração, uma igreja que você ama — mas na hora de falar da sua fraqueza de verdade, daquilo que dói mesmo, você percebe que não tem com quem. Ou talvez hoje você nem frequente uma igreja — mas sente falta de um espaço assim, onde pudesse ser ouvida de verdade.
E tem dias em que sua própria casa parece pesada, sem motivo claro. Não é briga, não é dinheiro. É outra coisa, e você não sabe nomear o quê.
Se você se reconheceu em algum desses parágrafos — com filho ou sem, casada ou sozinha, na igreja ou fora dela — vem com a gente. Isso aqui não é um bate-papo solto sobre o que der: é o começo de uma comunidade que caminha junto, encontro após encontro, com direção — pra você aprender a orar com profundidade, sustentar sua casa e sua vida firmadas em Deus, e ter, enfim, mulheres reais ao seu lado nesse caminho.
Isso não é uma aula única, com começo, meio e fim — é um ensino contínuo, e você pode entrar quando quiser, em qualquer semana. Pra te dar uma ideia do tipo de coisa que a gente vive junto:
A diferença entre só pedir uma coisa a Deus por alguém e realmente se colocar no lugar dela diante d'Ele — e por que isso muda a forma como você ora.
Trocar o "Senhor, abençoa meu filho" por uma oração com nome e direção — pelo caráter, pelas amizades, pelas escolhas, pelo futuro de cada um.
Discernimento pra você não terminar espiritualizando tudo, nem ignorando o que é real — e o que fazer, na prática, em cada um dos dois casos.
Como identificar o que é espiritual, o que é emocional e o que é só um dia difícil, sem cair em medo nem em exagero — com um primeiro passo prático pra cada situação, não só o diagnóstico.
A gente fecha ministrando, orando e aprendendo umas com as outras — porque crescer na fé também se faz em comunidade.
E isso é só uma amostra. Toda semana tem um assunto novo, que muitas vezes nasce do que a própria comunidade traz — não importa em que momento você chegar, você entra e já faz parte da caminhada.

Eu sou a Juliana Freitas. Por anos, de fora, minha vida parecia perfeita — casamento bom, casa, emprego bom, filhos saudáveis — e por dentro, era um vazio que eu tentei preencher de todo jeito: festa, bebida, compras, viagem, terapia atrás de terapia. Até as amizades que eu achava que eram boas, no fundo, só me afundavam mais — e eu nem percebia. Nada segurava.
Fui encontrada por Jesus, mas a virada não foi de uma vez. Foi aos poucos, com recaída e tudo — mesmo já convertida, teve fase em que eu ainda precisava de uma bebida pra me sentir alegre, porque ainda não sabia buscar essa alegria em Deus. O ponto de virada de verdade veio dois anos depois, quando recebi o batismo com o Espírito Santo. Foi ali que a ansiedade e o pânico foram embora de vez, e essa dependência da bebida deixou de fazer sentido na minha vida — porque, enfim, Deus preencheu o que faltava.
O Vigília em Casa nasceu de uma direção clara do Espírito Santo: levar pra outras mulheres e famílias tudo o que aprendi — o que salvou minha vida, e salvou minha casa de um caminho que só levava pra destruição.
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